Sinusite

A sinusite pode ser reflexo de uma gripe ou de um resfriado. Afinal, essas doenças também causam a inflamação dos ossos da face, gerando um grande desconforto e peso facial, além de congestão nasal e secreção. Quando esses sintomas não passam entre três e cinco dias, isso pode indicar a necessidade de buscar ajuda médica.

Em casos mais graves de sinusite, os pacientes podem relatar dores mais intensas em diferentes regiões da face, além de muita tosse e sensação de cansaço. Por isso, a sinusite costuma ser um grande incômodo.

No Brasil, estima-se que cerca de dois milhões de pessoas sofrem com sinusite todos os anos, o que categoriza a doença como um problema de saúde de alta frequência na população.

Segundo dados da Academia Americana de Otorrinolaringologia e Cirurgia de Cabeça e Pescoço (AAO-HNSF), a sinusite afeta uma a cada oito pessoas no mundo, sendo a quinta causa mais comum para o uso de antibióticos.

Em alguns casos, a sinusite é crônica, ou seja, deverá acompanhar o paciente por toda a sua vida. No entanto, existem algumas maneiras de prevenir a sinusite ou evitar que ela se torne crônica, chegando a reduzir o número de crises.

Saiba mais sobre sinusite, como tratar e como evitar.

O que é sinusite

A sinusite é o nome dado à inflamação da mucosa dos seios da face, região que é formada pelas cavidades ósseas nas maçãs do rosto, ao redor do nariz e nos olhos. Comumente, ela pode seguir uma infecção ou um quadro alérgico, além de outros fatores que podem atrapalhar a drenagem adequada da secreção nos seios da face.

Um nome mais técnico para a sinusite nesses casos é rinossinusite, uma vez que esse processo inflamatório pode atingir tanto a mucosa nasal, quanto a mucosa dos seios da face.

A sinusite pode se manifestar de maneira aguda – quando aparece de repente e os sintomas são de curta duração – ou de forma crônica – quando se prolonga por mais de três meses.

Veja abaixo mais informações sobre os diferentes tipos de sinusite.

Sinusite crônica

A sinusite crônica pode ser desencadeada por diversos fatores. Questões ambientais, como a inalação de produtos químicos, a exposição a poluentes e até mesmo o tabagismo, estão entre as principais causas.

Também há questões anatômicas, como desvio do septo nasal ou outros problemas na cavidade nasal e na drenagem dos seios paranasais. Também pode ocorrer por conta de alergias, doenças associadas, redução da imunidade ou infecção de bactérias e fungos, como o Aspergillus.

Sinusite aguda

Já as causas da sinusite aguda estão relacionadas principalmente com alguma alergia respiratória alta, que prejudica as vias aéreas superiores, além de infecção por vírus (como resfriado ou gripe) ou até mesmo infecção por bactérias, sendo que a mais comum é o pneumococo Hemophilus influenzae.

Sinusite bacteriana

A sinusite bacteriana pode ser muito similar a outros tipos, mas deve ser tratada adequadamente, para que o paciente possa se livrar dos sintomas mais incômodos o quanto antes, evitando que a doença gere casos mais graves. Por isso, é essencial que o diagnóstico seja feito por um médico especialista, como o otorrinolaringologista.

Na sinusite bacteriana, também é comum que haja mais secreção em uma narina do que na outra, sendo que essa secreção pode ter um aspecto purulento, com tons amarelados ou esverdeados.

Nas infecções bacterianas, também é comum que o paciente tenha uma piora do quadro após 72 horas de uso do medicamento, além de apresentar vermelhidão ou inchaços nas pálpebras, prostração, dor intensa, irritabilidade, alterações visuais e vômitos.

Sinusite alérgica

A sinusite alérgica normalmente aparece junto a outras doenças respiratórias. Ela é causada por uma reação do organismo a alérgenos internos ou externos, como pelos de animais, pólen ou ácaros.

Os sintomas mais comuns da sinusite alérgica incluem olhos lacrimejantes com coceira, congestão nasal, espirros, entre outros. Esses sintomas podem ser sazonais ou acontecer durante todo o ano. Nesses casos, o tratamento indicado por otorrinolaringologistas pode incluir alguns remédios e a dessensibilização a esses fatores alérgenos.

Diferença entre sinusite e rinite

Tanto a sinusite, quanto a rinite, são inflamações que causam grande desconforto aos indivíduos. Consideradas comuns entre a população brasileira, os sintomas são parecidos e muitas vezes podem confundir um diagnóstico preciso.

Para entender as diferenças entre essas duas inflamações, é importante saber as áreas que elas afetam no organismo. Enquanto a rinite acontece na mucosa do nariz, a sinusite afeta principalmente os seios da face – entre as bochechas, os olhos e acima deles.

A rinite pode causar o acúmulo de secreção nas cavidades nasais e causar desconfortos na garganta e no ouvido. A secreção costuma ter uma coloração mais clara, com coceira nos olhos e fotofobia.

Já a sinusite pode causar tosse, dor de cabeça (cefaleia), dor na face, febre e cansaço.

Nos dois casos, se os sintomas persistirem por mais de quatro ou cinco dias, é aconselhável procurar a ajuda de um médico especialista, para que ele possa fazer o diagnóstico correto e indicar o tratamento mais adequado.

Sinusite: sintomas

Os sintomas da sinusite podem variar bastante de acordo com a origem da doença. É comum, por exemplo, que a sinusite tenha variações entre a sinusite viral e a bacteriana. Por isso, é essencial buscar a opinião de um especialista que possa indicar a melhor maneira de tratá-la, reduzindo o desconforto que a sinusite costuma trazer.

Entretanto, alguns sintomas são comuns aos diferentes tipos de sinusite. Veja abaixo quais são os sintomas de sinusite mais frequentes.

  • Dor de cabeça (cefaleia).
  • Secreção nasal ou faríngea mais espessa, podendo ser amarelada ou esverdeada.
  • Tosse.
  • Obstrução nasal.
  • Cansaço.
  • Mal-estar.
  • Redução do olfato.
  • Irritação na garganta.

Sinusite: tratamento

O tratamento da sinusite pode incluir diversas possibilidades. Em casos de crise, é essencial que o médico indique medicamentos que diminuam o desconforto nos pacientes e tragam uma melhora na qualidade de vida.

Normalmente, os remédios que compõem o tratamento medicamentoso são os antibióticos, anti-histamínicos, corticoides tópicos, entre outros. Porém nenhum remédio deve ser utilizado sem a recomendação de um profissional da saúde. Em alguns casos, como a sinusite fúngica, o antibiótico não traria bons resultados, podendo até mesmo causar malefícios para a saúde.

Sinusite: tratamento caseiro

Além dos remédios prescritos por otorrinolaringologistas, esses profissionais também recomendam alguns cuidados que podem ser facilmente aplicados no ambiente doméstico, como manter a casa limpa e bem ventilada durante o dia, nebulização, inalação, ingestão de líquidos, entre outros cuidados que ajudam a aliviar os sintomas e manter a inflamação sob controle.

Prevenção e tratamentos para sinusite

Alguns outros cuidados podem ajudar, tanto na prevenção, quanto no tratamento da sinusite. Evitar a poluição, não inalar produtos químicos e não praticar o tabagismo, por exemplo, são importantes métodos para evitar as crises mais pesadas de sinusite.

Principalmente para as pessoas que já possuem casos na família, é importante adotar esses cuidados, pois a hereditariedade é um fator de risco para a sinusite.

Como o purificador de ar pode ajudar no tratamento e na prevenção da sinusite

O uso do purificador de ar ajuda no tratamento e na prevenção da sinusite e de diversas outras doenças alérgicas e respiratórias. Por ajudar na remoção de impurezas presentes no ar, que podem desencadear as inflamações nos seios da face e nas cavidades nasais, este aparelho tem uma participação importante nos cuidados preventivos às crises de sinusite.

Principalmente para as pessoas que sofrem com sinusite crônica ou que possuem predisposição a desenvolver a doença, o purificador de ar é um grande aliado para controlar esses desconfortos e evitar crises frequentes.

Seja em regiões urbanas, em que o nível de poluição no ar é maior, ou em áreas de maior vegetação, em que o pólen das flores pode desencadear reações alérgicas, o purificador de ar é recomendado por especialistas para melhorar a qualidade dos ambientes e eliminar possíveis fatores que desencadeariam crises respiratórias.

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