Bronquite

A bronquite é uma inflamação da mucosa dos tubos brônquicos, que são responsáveis pelo transporte de ar para dentro e para fora dos pulmões. Ela afeta cerca de dois milhões de pessoas no Brasil, sendo considerada uma doença bastante comum.

A bronquite pode se desenvolver a partir de uma infecção respiratória ou de um simples resfriado. Em sua forma crônica, a bronquite é uma condição mais séria e causa a inflamação constante do forro dos tubos bronquiais.

Existem diferentes tipos de bronquite, como a aguda, a crônica e a alérgica. Para saber qual é o melhor tratamento e as formas de prevenção às crises, é importante saber qual é o tipo de bronquite que o paciente possui.

A bronquite aguda é uma infecção temporária, geralmente causada por uma doença que não foi tratada adequadamente, como uma gripe ou um resfriado.

No caso da bronquite crônica, as crises podem durar mais de três meses por ano, com uma piora durante a manhã. Ainda que existam momentos de melhora, o paciente apresentará os sintomas mais comuns da bronquite com uma frequência maior, além de inchaços nas pernas, nos pés e tornozelos. A bronquite crônica também é chamada de bronquite asmática em associação a essa outra doença respiratória.

Já a bronquite alérgica se distingue pela causa, que normalmente está ligada a um contato direto com alguma substância alérgena, como poluentes, animais e cigarro.

A bronquite aguda pode apresentar melhora entre sete e dez dias, sem deixar sequelas ou outros efeitos remanescentes, além de uma tosse que pode durar por algumas semanas. Se o paciente apresentar crises constantes de bronquite, isso pode indicar uma condição crônica, que necessitará de tratamento médico.

A bronquite crônica pode ser um sinal de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), que afeta milhões de pessoas em todo o mundo e precisa de cuidados mais específicos para evitar complicações.

Causas da bronquite

A bronquite pode ter diversas causas, por isso é importante que um médico seja consultado para identificar o melhor tratamento. Ela pode até mesmo ser causada por vírus ou bactérias, além de fatores ambientais.

A poluição é um fator que pode tanto desencadear crises de bronquite, quanto agravar os sintomas, dificultando o tratamento adequado. O tabagismo ou a inalação da fumaça do cigarro também está entre as causas de bronquite e outras doenças respiratórias, devendo ser evitado por todas as pessoas que tenham predisposição ou que já apresentam os sintomas.

Sintomas da bronquite

O sintoma mais comum da bronquite é a falta de ar. No entanto, para que o diagnóstico seja mais preciso, é importante avaliar outros fatores que podem deixar o quadro clínico mais claro para os especialistas.

Uma tosse com muco é bastante comum, seja para os casos de bronquite aguda ou crônica. Nesses casos, o muco pode ser branco, claro, cinza-amarelado ou verde.

Pacientes com bronquite também podem apresentar fadiga, dor no peito, febre e um chiado ao respirar.

Diagnóstico

Nos primeiros dias da bronquite pode ser um pouco difícil distingui-la de outras doenças, como um resfriado comum. Isso acontece porque os sintomas são bastante parecidos e podem ser facilmente confundidos.

Por isso, durante o exame físico, o médico deve usar um estetoscópio para auscultar os pulmões durante o processo respiratório, a fim de identificar outros sinais da bronquite, como o característico chiado, por exemplo.

Para tirar as dúvidas, o especialista poderá solicitar um exame de raio-x da região do tórax, avaliando a presença de pneumonia ou outra condição para explicar a tosse. No caso deste exame, o médico poderá ver os indícios através das imagens de que o paciente está com pneumonia ou outras doenças.

Há ainda a possibilidade de um exame de escarro, que mostra os fungos e as bactérias no muco, o que poderá implicar em um tratamento com antibióticos.

Outro exame que ajuda no diagnóstico da bronquite é uma avaliação da função respiratória, que checa sinais de enfisema ou asma.

Fatores de risco

Um quadro isolado de bronquite não é necessariamente algo que deve levar o paciente a ficar preocupado. Em muitas situações, ele se desenvolve a partir de um tratamento inadequado de outras doenças respiratórias. No entanto, alguns fatores de risco podem tornar a doença mais grave ou até mesmo promover o aparecimento da bronquite crônica.

O uso de cigarros e outras substâncias similares, como o narguilé, pode aumentar o risco de o paciente apresentar bronquite. Seja como fumante ativo ou quem vive próximo de pessoas que fumam, a fumaça do cigarro pode causar grandes danos ao pulmão, agravando casos de bronquite e outras doenças pulmonares.

A imunidade baixa, geralmente causada por outras doenças agudas ou crônicas, também pode deixar a pessoa mais vulnerável a infecções.

A exposição a substâncias químicas é outro fator de risco, principalmente para pessoas que estão constantemente expostas a certas substâncias ou fumaça – incluindo a poluição do ar, que costuma causar diversos problemas respiratórios, como rinite e sinusite.

Um outro fator que as pessoas geralmente não ligam à bronquite é o refluxo gástrico. Esse problema pode causar irritações na garganta, o que levaria a pessoa a ter maior propensão a desenvolver a bronquite.

Prevenção

A prevenção para a bronquite inclui principalmente evitar a exposição aos fatores de risco, além de uma alimentação balanceada e a ingestão de líquidos todos os dias, para manter uma boa hidratação do organismo. Atividades físicas moderadas também ajudam no fortalecimento do organismo.

Além de evitar cigarros, poluição e outros itens alérgenos, a vacinação adequada pode ser uma importante ferramenta de prevenção. Ao se vacinar contra a gripe e outras doenças respiratórias, o paciente diminui as chances de infecções e possíveis complicações.

Uma boa higiene, lavando as mãos e usando álcool em gel, também é uma forma de evitar essas doenças e um possível desenvolvimento da bronquite, principalmente em relação aos casos de infecções virais e bacterianas.

Manter um purificador de ar nos ambientes em que o paciente fica mais tempo pode ajudar a eliminar partículas de sujeira no ar, além de vírus e bactérias, diminuindo as chances de infecções respiratórias.

Tratamentos da bronquite

Para encontrar o melhor tratamento para bronquite, é essencial que o diagnóstico seja feito por um especialista.

A maior parte dos casos de bronquite aguda costuma melhorar sem precisar de um tratamento específico, principalmente no caso das infecções virais, em que o paciente poderá fazer uso de medicamentos para aliviar os sintomas. No caso de uma infecção bacteriana, o médico poderá prescrever antibióticos.

No geral, xaropes e uso de inaladores também são bastante recomendados para ajudar a reduzir a inflamação e melhorar a sensação de desconforto que os sintomas da bronquite provocam.

Purificador de ar

O uso do purificador de ar pode ajudar na prevenção à bronquite e no tratamento ao impedir que partículas de sujeira e poluição cheguem ao sistema respiratório.

Quem sofre com problemas respiratórios sabe a importância da prevenção das crises. No caso das alergias, seja pelo tempo seco ou pela alta concentração de pólen no ar, o purificador de ar retira as substâncias que poderiam causar irritação nas mucosas, causando a bronquite e outros problemas respiratórios.

Para quem já sofre com bronquite ou está no grupo de risco, com alguma predisposição, a dica é investir na prevenção com o uso do purificador de ar nos ambientes em que vive.

Como o purificador de ar Sterilair pode ajudar

O Sterilair é o único purificador de ar do Brasil que elimina até 99% dos vírus, bactérias e fungos em suspensão no ar, com o padrão ISO5 da NASA.

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